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O MUNDO SOB A ÓTICA DE UMA PICAPE 4X4

Amandio Palhares e Joselle Pinheiro é um casal de viajantes overlanders de Goiânia, que a bordo de uma Picape GM S10 e munidos com um estoque inesgotável de boas vibrações e energia positiva, passou a cruzar as fronteiras do mundo.

 

“Completamos todas as Américas, da Patagônia ao Alasca. Fomos também para a China, estamos sempre nos preparando para a próxima aventura”, adiantou Amandio, sobre suas viagens e o desejo de conhecer mais e sempre.

Joselle Pinheiro e Amandio Palhares, casal goiano, usa uma boa parte de seu tempo para realizar longas viagens de carro mundo afora. Antes das grandes viagens, a experiência do casal foi adquirida nas idas e vindas da fazenda dos pais de Amandio, onde passávamos por situações muito parecidas, só que com carros 4×2 como o fusca. Com a picape 4×4 S10 as coisas ficaram mais fáceis, embora por estradas cada vez mais difíceis.

O casal começou a se mergulhar cada vez mais no estilo de vida overlander, fizeram outras viagens pelo interior do Brasil, conhecendo os Parques Nacionais. Então a dupla partiu para conhecer o continente sul americano, passando pela Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Peru. Para conhecer esses Países foram necessárias duas viagens distintas. “Nas duas etapas realizadas na América do Sul rodamos um total de 35 mil quilômetros.

 

 

Com a picape 4×4 S10 as coisas ficaram mais fáceis, embora por estradas cada vez mais difíceis

Dois anos depois rodamos 65 mil quilômetros até o Alasca. E nossa última viagem que foi para Asia e Oceania, quando rodamos um total de 67 mil km”, lembrou o expedicionário. Foram muitas aventuras nesses percursos: altitudes de 5 mil metros, temperaturas de (-27º), andamos 2,5 mil kms de estrada de rípio (cascalho), gelo, neve, desertos, florestas, rios e muitas curvas.

Outro destino de peso do casal foi a América Central e do Norte, indo até o Alasca, viagem que começou em Maio de 2014. “Vivemos um dia após o outro”, explicou Joselle. A estratégia de desapegar de números como o cálculo de quilômetros ou observar o dia da semana servia para amenizar o que eles consideram a maior dificuldade da viagem, a saudade de casa. “A saudade é uma coisa que a gente tem que ir administrando, principalmente no começo. Porque você pensar que você vai ficar mais seis, sete meses longe é difícil”, conta Joselle.

Um dos momentos mais marcantes da viagem para o Alasca, foi a visualização da aurora boreal, na fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá.

“Foi um espetáculo. Eu não sabia que o céu tem cortinas que se abrem e fecham”, lembrou Amandio, sobre a Auroral Boreal

 

 

Durante a viagem para o Alaska eles “ganharam” 15 famílias que os acolheram em suas casas, pessoas que conhecerem em locais como supermercados e que se interessavam por sua história. “Eles pediam que a gente fosse para a casa deles, contar um pouco mais da nossa vida e aquilo fazia um bem danado porque era o nosso momento família. Nós somos um casal e temos dois filhos, temos famílias no Brasil e, claro, a gente ficou muitos meses longe deles”, lembrou.

Uma das viagens do casal ocorreu no final de 2016, largando do Salão do Automóvel, de onde partiram para a Argentina, para o embarque para a Malásia. Na Asia – o trajeto mais difícil de trip, devido as questões de costumes e língua, principalmente -, passaram pela Malásia, Singapura, Tailândia, Camboja, Laos e China. “Nossa primeira intenção foi de ir até a Ìndia, mas devido a Tailândia ter fechado suas fronteiras com Mianmar, ficou impossível de continuar.

Rodamos um total de 27 mil quilômetros pela Asia, após cruzar toda a China, embarcamos mais uma vez para a Austrália que para nós foi o melhor pais até o momento. Lá rodamos um total de 25 mil km e conseguimos fazer todo o País. Após terminarmos a Austrália embarcamos para Montevideo, e já que estávamos por lá resolvemos seguir novamente para a Patagônia onde fomos ate o Ushuaia, e assim retornamos para nossa casa em Goiânia.

 

 

A estrada e as lições de vida

 

Fazer grandes viagens de carro e ter uma vida simples são atos praticamente indissociáveis, como bem explica Amandio. “Em uma viagem pelo mundo sempre temos experiências negativas e positivas, mas as positivas superam tudo, por isso eu prefiro falar de coisas boas. Em nossa primeira viagem grande para o Alaska, saímos daqui bastante preocupados, além do receio das pessoas que vivem ao meu redor, mas no decorrer da viagem vi que a vida de um viajante que traz consigo energias positivas, só atrai energias positivas. Viajar de carro pelo mundo você acaba se tornando uma vida muito simples, afinal o que te interessa é apenas conhecer o que está a sua volta, você passa a não dar importância a roupas, celulares, esse tipo de coisa. E essa simplicidade atrai as pessoas”, concluiu com clareza.

Para possibilitar a aventura, o casal tem usado uma picape S-10 4×4 cabine dupla, equipada com um camper – uma espécie de trailer fixo, instalado na caçamba do veículo. Em um espaço interno aproximado de 6,5 metros quadrados eles dispunham de cama de casal, banheiro com sanitário e chuveiro com água aquecida, além de cozinha com fogão e geladeira. “Nossa S10 é toda original, tendo sido equipada somente com amortecedores OffShox, devido à sua dupla função no amortecimento e maior capacidade de trabalhar com peso excessivo. Somando os pesos dos equipamentos e água, chegamos aos 700 quilos de carga. Imagine viajar 175 mil km com todo esse peso.

 

 

A Picape preparada para a trip

 

A S-10 utilizada na viagem é equipada com amortecedores especiais OffShox. A origem dos amortecedores OffShox é a competição. Foi com a mesma tecnologia monotubo empregada na fabricação atual, que a marca venceu diversas vezes o Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade e o Extreme Trophy Brazil. Foi ali que a marca começou a tomar corpo e fama. O sistema de válvulas e calibragem, com ampla possibilidade de ajustes, permite o acerto preciso da suspensão. O desenvolvimento é sob medida para cada necessidade, com componentes de primeira linha que garantem robustez e confiabilidade. Tudo para obter a máximo desempenho.

 

 

A importância de ter bons amortecedores em uma expedição

 

“Nossa S10 é um projeto que hoje é fabricado para todo o mundo, encontramos concessionária em todos os países que passamos, até o momento apenas fizemos revisões e tivemos que trocar um para-brisa. Estamos muito satisfeitos com o desempenho da nossa S10”, finalizou Amandio, informando ainda que a 4×4 é equipada com pranchas de desatolamento, pá, cinta, ferramentas e um gerador. Esse casal é ou não é um uma motivação para começar a viagem? Pé na estrada!

 

 

Por James Garcia
Fotos Arquivo Pessoal/Divulgação

 

 

 

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