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QUARTO LUGAR DE ALISSON
E RUBENS EM ESTREIA NA TURISMO
DO RALLY DOS SERTÕES
TEVE SABOR DE CONQUISTA

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Quem conhece a OffShox sabe que a marca surgiu a partir da série de vitórias no Rally dos Sertões, conquistadas pela OffLimits como preparadora da equipe Chevrolet Rally Team no início dos anos 2000.
De lá para cá, foram inúmeras participações nas mais diversas categorias, reafirmando a vocação off-road dos amortecedores OffShox e a alta performance que a tecnologia monotubo oferece aos competidores. O Rally dos Sertões é também uma grande oportunidade de testarmos ao limite, a eficiência dos amortecedores nas mais rígidas exigências de terreno e tempo de funcionamento.
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Mas, entre os participantes que correram o Sertões desse ano com OffShox, tem um que seguimos bem de perto: o Alisson Baima Rebouças, 34, piloto estreante de Fortaleza-CE. Começamos, contando a curiosa história de como ele chegou lá, no post anterior, aqui mesmo no blog. Se você perdeu, basta clicar no link abaixo para ler:
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Alisson participou do Rally dos Sertões 2018 na categoria Turismo, pela primeira vez, correndo com amortecedores OffShox FX7 no seu Troller. Chegou em 4º lugar na classificação final, após ter vencido a 6ª etapa entre Raimundo Donato e Juazeiro do Norte. Alisson comenta o que significou sua participação no Rally dos Sertões:
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“Estar presente num Rally dos Sertões é um sonho para qualquer pessoa que pratica off-road, participar competindo, então é o máximo. Me sinto duplamente realizado.”
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Ao todo Alisson e Rubens Torres, seu navegador, rodaram mais de 3000 quilômetros de Goiânia à Fortaleza, encarando todo o tipo de terreno, estradas com muita pedra, buraqueira, valões e areia fofa, exigindo máxima concentração do navegador, reflexo do piloto e performance do carro.
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“A toda hora tivemos que dar o nosso melhor. Na terceira etapa por exemplo, rasgamos um pneu. Além de ter que trocar o pneu muito rápido, precisamos tirar 15min de atraso dentro de uma mesma prova, foi como competir na categoria velocidade dentro do regularidade” , relembra Alisson.
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Um rally com a dificuldade do Sertões, sempre gera histórias de superação. O piloto conta como a dupla foi desafiada:
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“A 6ª etapa em que fomos campeões foi batizada entre os competidores de corrida maluca. Teve de tudo, carros de duplas experientes largando atrasados, colisão, pneu furado e destalonado, falta de combustível…chegamos a sobrar em uma curva, mas deu tempo de corrigir. Também estávamos com problema na embreagem, daí nos concentramos ao máximo e fomos os mais regulares. No final saímos vitoriosos”.
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Os amortecedores OffShox FX7 que Alisson usou no rally mantiveram a mesma eficiência do início ao final da competição. O piloto comenta a performance:
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“Foram 7 dias intensos, e os últimos dias foram ainda mais, com distâncias acima de 600 km, os amortecedores seguraram o tranco. Outros carros que estavam competindo, precisaram fazer ajustes e até trocar de amortecedor, no meu caso, não houve necessidade de quaisquer manutenções neles, ou na suspensão. Confesso que senti um pouco a diferença da calibração, antes foi preparados para o desafio nas dunas, e desta vez, foram preparados para aguentar a longa duração do rally.”
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Agora, os amortecedores estão seguindo para a revisão na fábrica, onde serão abertos e vistoriados em detalhe. Provas como essa permitem observar o comportamento de todos os componentes internos, e somado com as informações do piloto possibilitam o aperfeiçoamento dos projetos.
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Para os off-roaders que estão pensando em enfrentar as competições, Alisson deixa a dica:
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“Há bastante tempo que já me aventurava com carros 4×2. Mas antes de comprar meu primeiro 4×4, ficava na dúvida se realmente ia utilizar a tração ao ponto de justificar o investimento, pois não tinha tantos amigos no meio off-road. Até que um amigo do trabalho, jipeiro do Espirito Santos, Carlos Francisco (Xico), comentou: – Larga de frescura e compra o jipe, você vai ver que os amigos vão aparecer. Então, fica dica, quem não tem, compre o seu jipe e quem já tem, busque um grupo de off-road da região, se informem sobre as competições locais, tenho certeza que serão muito bem recebidos.” 
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A importância para a OffShox em ter corrido o Rally dos Sertões equipando o carro do Alisson, está em participar da renovação da atividade. O off-road é o que nos move, a razão principal para a evolução da marca em sua missão de desenvolver soluções tecnológicas para a melhor experiência de dirigir em qualquer terreno.
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Alisson, a esposa Priscila e a filhinha Lais. Uma autêntica família off-roader
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Alisson e Rubens fazem parte do grupo Desorganização Off-road de Fortaleza, que tem mais de 150 participantes. Neste dia 22 de setembro,  o grupo completa 4 anos e vai promover uma trilha comemorativa, a mesma que deu origem ao grupo. Já são 200 inscritos para o evento. Segue o link: https://youtu.be/1OlM6OV9NDg, com uma reportagem bem completa sobre o grupo, contando a história da sua formação.
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Fotos: Tiago Giordani, Idario Café e Michael Oliveira, fornecidas por Alisson Baima Rebouças
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PAIZÃO OFF-ROADER, INSPIRADO PELA FILHA, REALIZA O SONHO DE CORRER NO RALLY DOS SERTÕES.

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A pequena Lais, cheia de atitude no volante do Troller que vai competir o Rally dos Sertões.
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Para homenagear todos os pais off-roaders, vamos contar a história de um dos mais dedicados que conhecemos. Alisson Baima Rebouças, 34, piloto de Fortaleza-CE, aproveitou duas boas oportunidades  para realizar o sonho de correr o Rally dos Sertões que começa no próximo dia 18. Primeiro, venceu um desafio profissional proposto pelo seu chefe, que é piloto, e também disputará o rally este ano. Se Alisson, que é executivo de vendas, vencesse o desafio, como prêmio acompanharia o chefe como convidado no Rally dos Sertões.
E vejam que curioso, logo depois, Alisson participou e venceu um concurso cultural promovido pela SFI CHIPS, que o premiou com uma inscrição para a categoria turismo regularidade no Rally Sertões. Isso, completou o pacote, o incentivo do chefe mais o prêmio da inscrição. Ele ganhou o concurso com a foto da Lais, sua filha de 1 aninho recém completado, no volante do Troller com o qual ele vai correr a competição. Alisson conta que participou, graças a sugestão de um amigo:
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“A ideia foi mandar a foto da minha filha, já que ela me acompanha em todas as trilhas. Refleti sobre o quanto Deus nos abençoou após o susto das complicações que ocorreram no parto e o quanto está sendo intenso viver com ela, e pensei que se fosse merecedor, receberia uma resposta positiva para realizar esse sonho”.
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Desde que nasceu, a Lais tem acompanhado o pai e a mãe, Priscila, pelas trilhas, mundo a fora. Juntos, já foram para os lençóis Maranhenses, para trilhas no Rio Grande do Norte, e até numa viagem pela Europa de motorhome.
E agora, ela teve esta importante participação na realização do sonho de correr os Sertões.
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“A Lais nasceu num momento de muita prática do off-road. Minha esposa estava grávida ainda, e a gente ia fazer trilha com ela na barriga. No ensaio de fotos de gravidez dela, a gente subiu as dunas de carro e fotografou lá em cima. Desde que ela nasceu, a gente não parou. Ela só não vai quando existe algum risco de segurança. Nós damos um jeito de levar o mínimo de infra-estrutura para ela passar bem na viagem, sem complicações. Graças a Deus tem dado certo.”
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Segundo ele, no off-road se aprende muitas coisas importantes, por isso é um ambiente super positivo para a Lais.
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“Tem uma coisa no off-road, que reforça o que aprendi com meu pai, e que quero passar para a Lais, também: solidariedade e parceria. Quando eu era criança, viajava muito com ele, que também era ligado em carros. Não podia ver um encrencado que já queria parar e ajudar. E no off-road tem este mesmo espírito: você ajuda sem esperar nada em troca. Isso, eu levo sempre comigo, e quero que a minha filha leve com ela pro futuro. Muitas vezes a Lais vai comigo até nos resgates. Eu faço parte de um grupo de off-road com mais de 150 integrantes, o Desorganização Off-road, e sempre que tem algum problema, o pessoal aciona o nosso grupo, e se estou disponível, sempre ajudo, mesmo de madrugada, não tem hora ruim.”
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O plano de Alisson é a filha crescer neste estilo de vida ligado à natureza e no convívio com amigos do off-road, comenta.
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Trajetória off-road
Alisson já pratica off-road há 10 anos, mas começou a competir a um ano e meio. No ano passado, como estreante, logo na primeira etapa, conquistou um segundo lugar. Neste momento, ele disputa o Campeonato Cearense de Rally Regularidade 4×4, ao lado do seu navegador Rubens Torres, parceiro também, no grupo Desorganização Off-road.
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“Sempre fui apaixonado por carro, já corri o marcas e pilotos no autódromo de Eusébio, região metropolitana de Fortaleza, mas o off-road hoje tem mais a ver com meu estilo de vida. Todo o tempo que sobra do trabalho, no fim de semana, pego o carro com a família e vamos para alguma praia por um caminho off-road. Tô sempre saindo da estrada, vamos dizer assim. Minha esposa até brinca que quando sai de casa, tem que ser preparada, porque o rumo pode mudar dependendo do que surge no caminho…”
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Como Alisson preparou o Troller para competições
O Alisson é usuário dos amortecedores para suspensão off-road OffShox. Há um ano, instalou FX7 no seu Troller T4, 2015, que usa no dia a dia e nas competições. Como todo o jipe, o veículo é um pouco instável, então perguntamos como fica o conforto para a filha Lais e a mãe que rodam no banco de trás. Alisson comenta, que as alterações que fez na suspensão deixaram o conforto do Troller bem melhor para os passageiros que vão atrás.
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“A suspensão original do carro sofre muito nas trilhas, no sobe e desce das dunas, estradões que tem muitas oscilações no terreno e tudo mais. Pra você ter uma ideia, quando substituí os amortecedores pelos originais para fazer a revisão dos FX7, assim que a Priscila entrou no carro e começamos a rodar, ela percebeu a diferença, e logo perguntou se eu tinha mexido na suspensão. A suspensão original não vem preparada para o tipo de terreno que a gente anda e realmente os OffShox dão um conforto e estabilidade bem melhores, o que é bem notório para quem está atrás.”
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Palavra de piloto
Sob o ponto de vista da performance, como piloto, Alisson falou sobre o principal benefício que sente no uso dos amortecedores monotubo numa suspensão para competições:
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” É ter o carro na mão, você pode jogar o carro para onde ele precisa ir, a suspensão segura e te leva independente da velocidade. A original é feita para dar um bom controle, mas com os amortecedores OffShox a suspensão mantém o carro na mão do piloto.”
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Alisson, normalmente usa o carro com pneus maiores, que dão melhor desempenho nas Dunas. Mas, para uma competição como o Rally dos Sertões, para garantir que vai chegar no final dos mais de 3 mil quilômetros, pretende usar pneus ainda com pegada off-road, mas menores, mais próximo do tamanho original, para não forçar o conjunto da suspensão. O carro tem um lift de 2 pol. na frente, para corrigir a altura que vem originalmente com uma inclinação na dianteira, e tem amortecedores dianteiros maiores compensando o aumento necessário do curso. Tudo feito sob medida.
O carro também está com chip da SFI Chips para dar uma resposta rápida do motor em retomadas.
Fora isto, tem um para-choques de aço com ângulo de ataque maior, o guincho que é imprescindível no off-road e os todos os equipamentos de navegação.
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Saiba mais sobre o grupo Desorganização Off-road
Vale a pena conhecer mais sobre o Desorganização Off-road que o Alisson integra. Desde o seu início, o grupo cresceu muito e hoje tem 150 membros e uma equipe de rally de mais de 30 competidores. Alisson, no entanto, ressalta que a essência do grupo permanece a mesma, muito companherismo, colaboração e acessível aos praticantes do off-road. Então, segue o link: https://youtu.be/1OlM6OV9NDg, com uma reportagem bem completa sobre o grupo, inclusive contando a curiosa história da sua formação.
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Fotos fornecidas por Alisson Baima Rebouças
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A SUSPENSÃO OFF-ROAD PODE MELHORAR O 4X4 QUE RODA NA CIDADE E NAS TRILHAS TAMBÉM.

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Fábio Francisco Dalpaz, 39 anos, empresário e cliente OffShox, tem uma boa razão para ser um feliz proprietário de Jimny. O carro não desaponta. Para quem não sabe, o Suzuki Jimny é um jipe com quase 50 anos de estrada que se mantém atualizado sem abandonar o lado off-road. E este perfil off-road é justamente o que o Fábio mais curte nele. Aliás, já é o segundo Jimny, desde que há 3 anos, ele se tornou um off-roader aficionado.
Isto é fácil de acontecer, as aventuras fora de estradas convencionais tem cada vez tem mais adeptos. O Fábio comenta o que ele acha mais positivo nessa atividade:
“Sabe o que é bacana neste estilo de vida off-road? Uma das melhores coisas, os novos amigos, em cada prova ou passeio sempre ganhamos mais alguns.”
Assim como outros off-roaders, o Fábio utiliza o mesmo carro diariamente na cidade, nas trilhas e competições. Claro, para aproveitar o máximo do off-road, é preciso ter um preparo básico do carro, melhorando a suspensão original para enfrentar diferentes condições de terreno. Normalmente, o carro vem de fábrica com uma configuração convencional que oferece um pouco de conforto e um pouco de controle.
Mas, deixar o carro melhor preparado para as trilhas não é tão complicado, como o Fábio comenta:
 “Para mim, usar o mesmo carro no dia a dia na cidade, e nas trilhas, é bem tranquilo. Sempre que posso, faço caminhos alternativos como estradas de terras ou passagens de rios. Aqui em Rio do Sul, Santa Catarina, é uma região linda, perfeita para isso, e meu trabalho exige que eu visite cidades vizinhas, então rodo bastante.
É legal se envolver com a preparação do carro antes de competições. Você acaba conferindo vários detalhes e com isso conhece melhor o estado do carro. No meu caso, o Jimny já está preparado com os equipamentos de navegação que uso nas provas. É só retirar dos suportes para rodar no dia a dia. Na suspensão original, fiz um lift de 1,5 pol e instalei os amortecedores para off-road OffShox FX5 para ter um curso maior.
Então hoje, a preparação está bem simples. Por exemplo, no final de semana vou participar do Transcatarina, e tenho que fazer somente a troca das rodas e pneus. E pra isso, sempre tenho o apoio da Bento Acessórios aqui da cidade. Mas, estou sempre fazendo melhorias nos suporte para os equipamentos de navegação.”
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Há 6 meses, o Fábio instalou os amortecedores com a tecnologia monotubo OffShox, para equipar o seu Jimny com uma suspensão para off-road com melhor performance, e se tornar mais competitivo nas provas. E como os amortecedores OffShox são calibráveis, ele ainda pode ajustar mais ao seu estilo de pilotagem. O benefício foi logo percebido:
“O carro ficou mais estável e seguro, melhorou muito a resposta em curvas e lombadas. Você não fica com receio de acelerar mais e arriscar nas manobras.”
No momento, o Fábio está participando por conta própria, sem equipe, de várias competições e os resultados estão acima do esperado. Veja só:
Campeonato Gaucho de Rally de Regularidade 4×4, correu 2 provas e está em 1º lugar na categoria, Copa Scherer Carbon Free, 2 provas, e está em 6º lugar, Copa Trancos e Barrancos, 1 prova, 3º lugar, e Copa SC Racing, 1 prova e está em 11º lugar.
E como no off-road, convivência é a parte mais importante, o Fábio faz questão salientar que sempre que possível participa de mais eventos como o Rally do Fofo Solidário em Itú-SP.
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Para a OffShox, proporcionar uma melhor experiência de dirigir ou pilotar para nossos clientes, é o incentivo para fazer amortecedores cada vez melhores.
E já que você leu o nosso post até o final, vai aqui um link para conhecer toda a história do Jimny: Suzuki Jimny. A história do mini jipe mais popular do planeta. 

Imagens cedidas pelo cliente Fábio Francisco Dalpaz.

 

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CONQUISTA OFF-ROAD TAMANHO FAMÍLIA. OS BONIN CONQUISTAM O DESAFIO FENAJEEP – STOCK COM AMORTECEDORES OFFSHOX.

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É sempre muito gratificante para a OffShox participar de histórias tão inspiradoras como esta. A vitória no Desafio Fenajeep 2018, de Jurandir Bonin, junto com os filhos Anderson e Adinan é um exemplo de como o estilo de vida off-road une gerações.
Comemorando o resultado, Anderson Bonin faz questão de relembrar que desde muito cedo, seu pai Jurandir uniu a família em torno da paixão pelos Toyotas Bandeirante.

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Anderson comenta:
“O pai sempre quis ter um Bandeirante. Depois do primeiro, ao longo dos anos foi trocando, mas sempre se manteve fiel ao modelo. Foi num Bandeirante que conhecemos vários países da América Latina, em expedições com toda a família junta…boas lembranças. Todos apoiam e participam, até minha mãe, dona Raquel Bonin. Estamos preparando ela para competir também.”

O carro vencedor foi preparado pelos próprios Bonin. O Jurandir tem uma mecânica especializada em Toyota Bandeirante, a Toyoboni, em Timbó – SC, já com mais de 20 anos de experiência.

O modelo é um Bandeirante 77, com chassi original. O motor é um 14B, original Toyota que equipa os modelos mais novos da marca, a partir de 95, com um turbo montado pela Turbo Anhanguera de SP. A caixa é original de 4 marchas. Na suspensão, os eixos têm bloqueio ARB, homocinética Trail Gear, pontas de eixo Nitro Axles e feixes de molas da F-250.

amortecedor off-road fx5 bonim blog6Os amortecedores off-road são OffShox FX5, no tamanho original, com a montagem reposicionada para cima do eixo. E veja que interessante, os OffShox FX5 que estão no Bandeirante, são os de um Troller que o Jurandir adquiriu em um negócio. Acabou experimentando os OffShox por acaso ao dirigir o Troller, notou que com estes amortecedores o carro não estava duro como ele imaginava. Gostou da experiência e resolveu instalar no Toyota. Mandou para a revisão na fábrica, aplicando a calibragem performance nos amortecedores dianteiros e padrão nos traseiros.

“A dirigibilidade do carro melhora muito com os amortecedores monotubo, ele não fica tão instável e dá confiança para andar mais rápido, explorar toda a potência do motor”, segundo Anderson Bonin.

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Já os pneus são Insanos, recapados na carcaça do Maxxis Trepador 37″ e o guincho é da Ekron.
Adinan Bonin comenta a preparação:
“O trabalho de preparação do jipe foi intenso. Participamos de algumas competições no Brasil e no Paraguai, mas o foco principal era a Fenajeep, pois sabíamos do nível alto da competição. Investimos em suspensão e no preparo do motor. Felizmente conseguimos alinhar tudo para a prova e saímos com o resultado positivo. Só temos que agradecer, primeiramente a Deus, e ao apoio de todos, família, amigos e parceiros.”

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O OFF-ROAD COMEÇA NA PREPARAÇÃO DA SUSPENSÃO.
E ISSO PODE SER UM DESAFIO RADICAL.

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O espírito off-road pode ir muito além de pilotar um 4X4 nas trilhas. Para alguns, começa na preparação do carro. É o caso do nosso cliente Pedro Dahmer, empresário, dono de uma marmoraria em Três de Maio, RS.
Com a parceria do Vinícius Rigon, companheiro de muitas, encarou o desafio de desenvolver uma incrível suspensão para uma velha Rural Willys 74, que se transformou num monstro de devorar os mais difíceis obstáculos no campo. O mais surpreendente, é que Vinícius, que tem uma fábrica de barcos e reboques, é mecânico por hobby, então dá pra imaginar quanto tempo eles investiram nesta transformação. Já são quase 3 anos, fazendo tudo por etapas, e ainda não pararam de mexer na viatura que em breve vai receber um novo motor mais forte, substituindo o 2.5 diesel da Nissan.

Mas vamos ao projeto, a dupla escolheu os amortecedores OffShox FX8 para equipar a suspensão montada no chassi original da Rural. Vinícius comenta:

“A gente já conhecia os OffShox de outros projetos e optamos por eles devido ao desempenho.”

A nova suspensão do utilitário transformado num verdadeiro jipe, agora é equipada também com eixos Dstrac com portal, diferencial Dana 44, caixa de tração forjada Dstrac, kit de direção full hydro e caixa de 4 marchas F100. Os pneus 38″ completam o conjunto da suspensão pronta para transpor qualquer obstáculo.

A OffShox, fica orgulhosa de participar destas empreitadas, ainda mais quando o retorno do cliente é positivo como o do Pedro. Veja o que ele diz:

“Bota amortecedor que é bom, na estrada de chão não nota nada, e na trilha as melhores qualidades.”

 

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A articulação da suspensão e o curso dos amortecedores impressionam. rigontm.com.br

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A Rural Willys 74, de Pedro Dahmer, colocada à prova num super atoleiro.

 

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O OffShox FX8 é um amortecedor coilover de alta performance fabricado sob medida e calibrado de acordo com a exigência da aplicação.

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DICAS DE MANUTENÇÃO DO SEU
OFF-ROAD DEPOIS DA TRILHA

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Seu 4X4 pode parecer indestrutível, mas não é. Mesmo sendo um veículo preparado para ter alta resistência precisa de manutenção antes e depois de encarar as trilhas off-road. É muito comum os off-roaders se preocuparem com o antes, para evitar contratempos que estraguem a aventura, e não atentarem para os cuidados pós-trilhas que vão evitar desgastes que diminuem a vida útil de componentes ou que prejudicam o bom funcionamento do veículo até uma nova revisão.
O ideal é que os serviços sejam executados por mecânicos especializados, mas algumas verificações você mesmo pode fazer ao voltar de uma “trip”. Além disso, é sempre bom conhecer o básico sobre o assunto. Para ajudar você nesta importante tarefa de manutenção, montamos um checklist dos principais pontos a serem observados:

Motor
É importante identificar a presença de vazamentos como água e óleo. Verifique as mangueiras, suportes e coxins para observar se os mesmos não apresentam defeitos ou se estão realizando alguma força em outras peças móveis como correias e polias do motor. Muito barro e água no cofre do motor é sinal de que você precisa investir em anteparos de borracha, protegendo o motor do arremesso de barro pelos pneus. Geralmente se instalam placas de borracha nos paralamas dianteiros ao lado das longarinas.
Água e barro no filtro, invista num Snorkel ou utilize uma mangueira de borracha, posicionando a tomada do filtro voltada para a traseira do veículo.

Caixa e Reduzida
Atente para presença de vazamentos e folgas nas saídas dos cardãs dianteiro e traseiro. Se estiver com folga geralmente é só apertar a porca de fixação da luva.
Água nos eixos e caixa de transferência e transmissão, pode somente ser necessário trocar as mangueiras e elevar a válvula respiro, ou pode ser sinal de desgaste dos retentores na ponta-de-eixo. Troque o óleo caso esteja contaminado.

Eixos
É importante verificar a presença de folga ou vazamento de óleo e de graxa nos rolamentos dos cubos, munhões, ponta-de-eixo traseira e luva do pinhão.

Pneus
Observe se não há cortes ou algo de estranho nos pneus e se as rodas apresentam alguma trinca.

Freios
Verifique a regulagem e observe se existem vazamentos de fluido em flexíveis ou canos cortados. Se você tem freios a tambor é recomendável retirar as panelas e lavar o sistema. O barro é abrasivo, estraga as lonas e reterá umidade que pode ocasionar corrosão.

Suspensão
Verifique o estado dos jumelos, buchas, amortecedores, batentes e se no trajeto da suspensão ao pneu há algum sinal de contato, que percebe-se quando a tinta foi removida. Isto pode ser sinal de que você abusou ou que existem componentes com folga. Amortecedores para off-road garantem maior eficiência. Veja para o seu carro.

Parte Elétrica
Verifique se todos os sistemas estão operando. Em particular verifique se há sinal de barro ou excesso de água no Alternador e Motor de arranque. Em caso positivo, providencie a desmontagem e limpeza. Pode ser necessário instalar anteparos de borracha para proteção. Verifique se o chicote e os conectores dos faróis e lanternas estão livres de umidade e barro. Em caso afirmativo, proteja-os com silicone ou fita isolante.

Articulações
As articulações da coluna de direção e trambulador da transmissão devem ser lavados e engraxados caso necessário.
Uma lavagem técnica é recomendada como opção básica de manutenção, pois normalmente inclui a revisão dos alguns destes sistemas. Além é claro, de deixar seu veículo em condições normais de uso até uma próxima aventura.

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APÓS UMA BOA TRILHA, PODE SER O MOMENTO IDEAL PARA UM REAPERTO GERAL.

Um dos pontos principais para manter seu veículo resistente por mais tempo é o “reaperto”. Trilhas fora de estradas fazem o carro contorcer-se e trepidar, condições ideais para que todas as peças se soltem. Após uma aventura off-road, é aconselhável lavar o carro, o que vai ajudar na hora de verificar o estado das peças e realizar o serviço de reaperto. Confira como fazer:

Carroceria
Um dos ítens que mais sofrem com as trepidações e os “contorcionismos” é a carroceria que é presa ao chassis por vários pontos. Verificar o aperto aplicando o torque correto destes parafusos evita folgas que possam afetar outros componentes.

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Este é outro ponto fundamental e de manutenção simples. Caso seu 4X4 seja equipado com feixes de molas, comece apertando todos os grampos (parafusos em “U”) que prendem os feixes ao eixo. Em seguida, é a vez dos grampos dos próprios feixes, que também devem ser verificados. Os jumelos (peça que prende o feixe ao chassis) também devem ser apertados. Quanto aos amortecedores, basta conferir o estado das buchas e, a cada 10 mil quilômetros, retirá-los para verificar se existe vazamento de óleo e avaliar sua “atuação”.

Direção
Este item é uma questão de segurança. Primeiro, observe o sistema de setor e barras enquanto outra pessoa movimenta o volante. Isto servirá para, em caso de folga, você identificar onde está o problema. Existindo folga nas barras, as soluções possíveis são: apertar ou, se for o caso, trocar as ponteiras. Já o setor requer um trabalho especializado. É importante também verificar os três parafusos de fixação do setor ao chassis.

Rodas
Outro ponto onde é muito comum surgirem folgas. Para fazer a verificação das rodas dianteiras, levante o carro e tente movimentá-las (como se fosse tirar a roda). Existindo folga, é necessário abrir a roda-livre, tirar a primeira porca e regular a segunda. Em seguida, a primeira porca deve ser recolocada e bem apertada.

Concluindo
Para finalizar o trabalho, verifique as fixações do cano de descarga, os grampos dos cardans e a travessa da caixa, onde recomenda-se, inclusive, a colocação de porcas “Parlock” ou auto-travantes. Em relação ao motor, algumas peças, como o cabeçote, requerem ajustes. O ideal, neste caso, é levar o carro a uma oficina, já que estes ajustes exigem uma pressão exata.

Tomando estes cuidados periodicamente a cada 5 mil quilômetros, se você costuma fazer trilhas leves e médias, manterá o seu off-road apto por muito mais tempo. E ainda, se você gosta de mecânica, fazer ou acompanhar esta manutenção pode até ser bem divertido!

Fonte: www.planetaoffroad.com
Por: Adriano Rocha

 

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O QUE OS AMORTECEDORES FAZEM E O QUE NÃO FAZEM NO SEU CARRO

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Muito da evolução dos amortecedores foi impulsionado pela necessidade de ganhos de performance em competições. Muitos pilotos dizem que uma das partes mais misteriosas do automóvel é o amortecedor. É consenso, no entanto, que existe um enorme potencial para ganhos de performance acertando no tipo de amortecedor. Com isso em mente, é hora de saber o que os amortecedores fazem e o que não fazem.

O que os amortecedores fazem

1. Amortecedores controlam (limitam a velocidade) o movimento do chassis e da suspensão.
2. Amortecedores, com diferentes perfis de resistência, permitem movimentos mais ou menos rápidos de um canto da suspensão do que o dos cantos opostos.
3. Amortecedores regulam o tempo que um canto do carro, enquanto em transição, demora para assumir uma nova altura.
4. Amortecedores podem ser usados para distribuir a quantidade de peso nos quatro cantos do carro, enquanto esse estiver em um momento de transição na entrada e na saída das curvas.

O que os amortecedores não fazem

1. Amortecedores não sustentam o carro.
2. Amortecedores não afetam o equilíbrio do chassis no meio da curva.
3. Amortecedores não são a solução para todos os problemas básicos de dirigibilidade.

Como funcionam os amortecedores

Os Amortecedores fazem resistência ao movimento usando um pistão e válvulas que são montadas em uma extremidade de um eixo e que se movimentam através de um ambiente líquido de óleo fino. Esse fluido precisa passar através de furos, válvulas e aberturas nesse pistão, ao mesmo tempo em que o eixo é movimentado para dentro e para fora. A resistência é criada quando o fluido é forçado através das aberturas em cada um dos ciclos (compressão e extensão) do movimento. Todos os amortecedores são, em princípio, de dois tipos: Bitubo e Monotubo que podem ser pressurizados a gás ou não (baixa pressão). No amortecedor de Bitubo, o tubo interno é onde o trabalho é feito e o tubo externo é um reservatório que contém quantidade extra de fluido.

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Um amortecedor monotubo, pressurizado a gás tem um pistão separador que fornece uma selagem entre o nitrogênio pressurizado e o fluido do amortecedor. Quando o eixo do amortecedor é empurrado para dentro do tubo e através do fluido ele desloca parte do líquido para baixo do pistão separador. O gás então é comprimido ao mesmo tempo em que o pistão separador se move dando espaço para o deslocamento.

 

 

Amortecedores são atenuadores das molas

Os amortecedores são usados primeiramente para controlar as oscilações causadas pelo movimento das molas, especialmente as helicoidais. Quando é colocado peso em uma mola (aquela que suporta o peso do carro) se não for amortecida vai se comprimir e descomprimir em uma série de oscilações cada vez menores, durante um período relativamente longo. Não existe nenhuma vantagem conhecida para esse tipo de reação e sim muitas desvantagens. Os amortecedores são usados para controlar este comportamento das molas. Em qualquer veículo os amortecedores e as molas resistem às compressões ou golpes em qualquer um dos seus 4 cantos. Quando o mesmo canto tenta voltar à sua altura normal, a mola proporciona esse movimento, enquanto o amortecedor resiste a ele. O controle desses dois movimentos de compressão (bump) e extensão (rebound) é a função primária do amortecedor.

Compressão e Extensão

O lado de controle da Compressão em um amortecedor resiste:
1. Ao movimento de um canto do veículo quando saliências ou depressões na pista são atingidos.
2. Ao movimento devido à transferência de peso para a parte dianteira durante a desaceleração/frenagem.
3. Ao movimento devido à transferência de peso para a parte traseira na aceleração.
4. À tendência do chassis de rolar quando forças laterais são aplicadas ao desviar de uma linha reta e virar, mudando de direção.
Já a função de controle da Extensão em um amortecedor resiste ao seguinte:
1. Ao movimento de extensão vertical da parte traseira do chassis causado pelas desacelerações e freadas.
2. Ao movimento de extensão vertical da parte dianteira do chassis causado pelas acelerações.
3. Ao movimento de extensão vertical na parte esquerda do carro (no caso de uma curva) causado pela transferência de peso e carga lateral durante a manobra.
A quantidade de resistência que cada movimento de Compressão e Extensão gerada aumenta com a velocidade com a qual o amortecedor é forçado a se movimentar. Velocidade baixas geram resistências baixas e movimentos em alta velocidade criam resistências altas.

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O projeto de um amortecedor usa um eixo e um pistão que se movimenta através de um líquido (óleo fino) nos ciclos de compressão e extensão. O líquido circula através desses furos de baixa velocidade e através de rasgos de alta velocidade moldados no pistão e através de válvulas-disco colocadas na face do pistão.

 

 

Controle em baixa velocidade

O movimento do amortecedor em baixa velocidade é aquele em que deslocamento do eixo está entre 1 e 10 polegadas (2,5 a 25 cm) por segundo. Essas velocidades mais baixas são principalmente associadas com os movimentos de suspensão causados pela rolagem do chassis e possivelmente pelo “dive” na entrada de curvas quando a repentina perda de velocidade é moderada. O controle de baixa velocidade influencia muito o projeto do amortecedor e os ganhos de desempenho relacionados com o equilíbrio do chassis e a re-distribuição de peso.
Cada amortecedor tem um pistão montado na extremidade do eixo e um ou mais pequenos buracos no pistão que permite que o fluido no interior possa fluir de um lado para o outro. O tamanho desses buracos de “sangramento” regulam a velocidade que o fluido vai e volta. É assim que os diferentes níveis de resistência são criados para o controle em baixa velocidade. Todos os ajustes de baixa velocidade, nos amortecedores que têm essa possibilidade são obtidos com a mudança do tamanho da abertura de “sangramento” para controlar a quantidade do fluxo.

Controle em alta velocidade

No controle em alta velocidade, o movimento do eixo está entre de 10 a 25 polegadas (25 a 62,5 cm) por segundo. Os tipos de movimentos das suspensões que geram as maiores velocidades do eixo nos amortecedores são:
1. Saliências e reentrâncias na superfície (criam altíssimas velocidades).
2. O motorista freando forte na entrada das curvas e acelerando forte na saída. 3. Uma mudança repentina no ângulo da superfície da pista de rolagem.

 

Conteúdo colaborativo: Carlos Cintra Mauro (Lua)

 

 

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NOSSO CLIENTE TEÓFILO, DE RORAIMA, TRANSFORMOU O VISUAL DA SUA RANGER USANDO O KIT LIFT OFFSHOX.

Veja no vídeo como ficou a Ranger com o Kit Lift OffShox 2″.

Picapes altas com visual mais robusto e esportivo, sempre foram objeto de desejo para os adeptos do 4X4. Mas a vantagem de levantar uma camionete não pára apenas no design arrojado, também pode proporcionar uma nova experiência de dirigir com segurança para enfrentar as péssimas condições das ruas e estradas. E o resultado é uma melhor relação entre conforto e performance da suspensão.

Teófilo Pereira Rebouças Júnior levantou sua Ranger usando o Kit Lift OffShox e confirmou estas melhorias, veja o que ele diz:

“A picape ficou como eu queria, um estilo mais alto e com um pneuzão. É como eu digo, por onde o carro passa todo mundo quebra o pescoço. A instalação do kit lift foi bem fácil. Como usei um pneu muito grande, ainda ficou pulando um pouco, mas descobri que era por causa da calibragem, eles precisavam ficar mais cheios. Agora está perfeito. Pra ter uma ideia da segurança que dá o carro mais alto, sofri um acidente há um tempo atrás, em que a Ranger cruzou um meio fio de uns 20 cm de altura, e o carro apenas desalinhou um pouquinho. Se estivesse com a suspensão original, sei lá o que poderia ter acontecido.
E antes que eu esqueça, vai uma dica importante, mesmo a Ranger sendo uma das picapes com maior espaço no paralama para pneus maiores, o ideal é usar no máximo um 33″. Usei um 35″ e aro 20, mas ficou encostando um pouco.
Eu recomendo o kit da OffShox, tem um ótimo custo-benefício.”

Resumindo, se você levantar a sua picape, vai usufruir destas vantagens com certeza:

EFICIÊNCIA
Os pneus mais altos proporcionam maior conforto e nas autoestradas, eles diminuem o gasto de combustível consideravelmente.

VISIBILIDADE
Os pneus mais altos favorecem também a visão do condutor. Quanto mais alto melhor, pois aumenta a visibilidade dos outros carros e possíveis obstáculos.

VELOCIDADE
Um pneu maior (mais alto) aumenta a velocidade do carro. Quanto maior o pneu, maior será a distância percorrida em certa rotação. Porém, pneus mais largos tendem a diminuir a aceleração do veículo, uma vez que eles aumentam a massa total do veículo e, consequentemente, sua inércia.

 

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PROTÓTIPOS SE DESTACAM
NO OFF-ROAD. ELES SÃO SOB MEDIDA.

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Protótipo Jeep – Motor: V8 318 Biturbo – Suspensão: Four Link – Amortecedores: OffShox FX8 – Batentes hidráulicos: OffShox – Montagem Preparações Darros Off-Road

jeep-detalheA evolução do mercado off-road no Brasil  é incentivada pelo espírito esportivo dos praticantes, maior especialização dos preparadores, empreendedorismo e determinação dos fabricantes nacionais.
Estamos orgulhosos em participar destes projetos que mostram todo o talento dos preparadores Anderson da Darros Preparações Off-road e Juliano Andrade da Master Cooler Performance. Nesse incrível Jeep, os OffShox FX8 integram o design externo do carro ampliando a percepção de força e potência.
Os amortecedores OffShox FX8 são produzidos totalmente sob medida. Ideais para a customização e personalização de carros fora de série. Utilizam tecnologia monotubo e permitem uma ampla variação de regulagens.

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Protótipo Rod Hot – Motor: Opala 4.4 – 6 cilindros – Suspensão: Four Link – Amortecedores: OffShox Air – Montagem: Master Cooler Performance

rodhot-detalheJá no protótipo desse fantástico hot rod, os OffShox Air são um detalhe que faz toda a diferença. Além de enfatizarem o estilo vintage do carro, graças a versatilidade dos amortecedores, eliminam a utilização de molas, reduzindo custo e a necessidade de espaço.

Se você tem um projeto, a gente tem a solução. A OffShox tem a maior linha de amortecedores monotubo do mercado e está pronta para lhe ajudar a realizar seu sonho.

 

 

 

 

 

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RALLYZEIROS.COM VENCEM NO MITSUBISHI MOTORSPORTS COM OFFSHOX

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Equipe do piloto Charles Ritter e do navegador Marcelo Ritter conquista etapa de Riberão Preto.

O off-road é capaz de unir gerações em torno de uma paixão. Este é o caso de Charles Ritter, 46 anos, empresário do ramo imobiliário e Marcelo Ritter, 24, seu filho que formam a equipe Rallyzeiros.com.
A edição do Mitsubishi MotorSports deste ano está só começando, mas a vitória da segunda etapa em Ribeirão Preto, na categoria Graduados, colocou a dupla em 2º lugar na classificação geral.
Aliás, Ribeirão Preto é o chão deles, que já venceram esta etapa em 2013 e 2014, ano em que sagraram-se campeões da edição de 20 anos do rali, na categoria turismo.
 Charles Ritter comenta essa última vitória:
“Decidimos participar na véspera do início do rali. Desafio é com a gente, o objetivo é vencer na categoria Graduados deste ano e encarar a Master ano que vem, para disputar com um grupo ainda mais experiente.
Estou muito confiante e com o mesmo sentimento de quando ganhamos o Mitsubishi MotorSports em 2014.
Dá pra observar que as provas apresentam cada vez mais dificuldades e é onde a gente se supera.
Somos uma dupla bem entrosada, piloto e navegador, exigindo tudo do carro.
Nesta etapa de Ribeirão, ele foi fator decisivo, um trunfo na vitória. A Pajero tá mais na mão, mais firme e quando você sente que o carro responde, tem potencial para arriscar mais.”
O carro é uma Pajero Full 3D, equipado com amortecedores OffShox FX5 tamanho original. O próprio piloto coordena toda a preparação e conta com o suporte da especializada Top Diesel, do Amilton, e o fornecimento de peças da Topycar, do seu Flávio Michel, ambas em Florianópolis.
O piloto aponta também, as vantagens da tecnologia monotubo em competições de alta performance:
“Pedi para a OffShox uma calibragem pra deixar os amortecedores mais rígidos, queria compensar o peso do carro e evitar que jogasse muito.
A melhora do controle é o que você sente mais.  O carro fica realmente na sua mão.
Já corri com amortecedores convencionais quando comecei a pilotar, mas desde 2012, só uso tecnologia monotubo OffShox. A diferença é muito grande.
São muitas as vantagens, calibragem personalizada, durabilidade, eficiência na resposta ao impacto, mas principalmente controle, o carro fica realmente firme.”
 VEJA O VÍDEO E PEGUE CARONA COM O PILOTO!
O Mitsubishi MotorSports é o rali de regularidade mais tradicional do Brasil. Em 2017, a competição completa 23 anos. Quer saber mais sobre as provas? Acesse https://www.mitsubishimotors.com.br/eventos/mitsubishi-motorsports-2
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